Resenha: Mansions of Madness Segunda Edição

Primeiro de tudo: esclarecimentos.

Esse post não foi feito pro meu blog, apesar de eu ser a autora. Eu to trabalhando como redatora e… Resenhista? Da Rocky Raccoon! Não é fixo. É só uns freelas com notícias e resenhas dos jogos da loja e da locadora deles. Mas enfim, eu to sendo paga pra falar desse jogo.

Vamos ao que interessa.

Quando a gente fala de série Arkham, isso pode significar duas coisas:

  1. A série de videogames mais recente do Batman, que é… Okay?
  2. A série de boardgames, card games e livros da Fantasy Flight Games que se baseiam na obra de H.P. Lovecraft e dos autores lovecraftianos depois dele. Também conhecida como Arkham Horror Files.

E eu AMO Arkham Horror Files. Continuar lendo

Resenha: Arkham Horror

Alguém me responde: Como se cria um jogo de horror sem feedback audível e com o mínimo de feedback visual?

Criar um jogo de mesa de horror sem ume narradore parece contra intuitivo. Como pode o jogo gerar tensão e medo sem esse tipo de feedback? Não há nada para manter es jogadores em estado de alerta, e sem esse estado, o sentimento de controle do jogo seria constante, não?

Errado. Existe um motivo pelo qual Arkham Horror é um clássico dos jogos de tabuleiro, e não é só pela sua temática lovecraftiana. Continuar lendo