Sendo Gostosa Que Nem A Bayonetta no Beltane de 2019

Por incrível que pareça, o dia das bruxas não é oficialmente celebrado por nenhuma religião neo pagã que siga a roda do ano do hemisfério Sul. Afinal, aqui estamos no meio da primavera e a energia natural é bem diferente no hemisfério Norte onde o outono começa a dar espaço pro inverno.

O dia 1 de novembro para pagãs do nosso hemisfério é o dia de Beltane. O festival do sexo, da fertilidade e do casamento. Onde humanos, bem como vários outros animais na primavera, cortejam uns aos outros para trocar carícias, fluídos, e as vezes, genes. Tentando imitar a Deusa e o Deus que hoje se casam.

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NPCs e Construção de Mundo

Um assunto que tem se feito relevante em algumas situações nas quais eu tenho me encontrado recentemente é a construção de NPCs.

Eu tenho uma tendência a achar jogos de mundo aberto extremamente chatos, porque eu sou o tipo de jogadora que gosta de ver que minhas ações tem consequências significativas. Me dê um mundo repleto de pessoas sem rosto, todos com a mesma voz e a mesma falta de história, que simplesmente servem como parte de cenário para as peripécias, heroísmos ou terrorismos da sua personagem e eu vou ficar incrivelmente entediada em menos de 2 horas.

Eu não consigo gostar de GTA, Red Dead Redemption e outros jogos do gênero tanto quanto outras pessoas. E o único motivo pelo qual eu consigo me divertir com Skyrim é pelo aspecto de expressão pessoal – que simplesmente não existe nos GTAs da vida.

E eu culpo isso pela falta de NPCs profundos.

Enquanto eu também sou o tipo de jogadora que se encontra fascinada com mundos que vivem sem precisar da minha intervenção e está repleto de pessoas simplesmente vivendo suas próprias vidas e aventuras.

Um mundo é criado pelas pessoas que habitam nele, e a maior quantidade de pessoas que habitam um mundo de videogame são sempre NPCs.

Nesse artigo eu pretendo falar tanto sobre videogames quanto sobre jogos de mesa. Continuar lendo